Em homenagem ao Dia dos Professores, peguei a idéia da Leonor de relembrar as histórias antigas e tranformarei num post. Com certeza a Luisa vai relembrar de várias histórias, a Camilla e a Thais também, na época da faculdade.
Como no Piaget eu fui internada – dos 2 até o 16 anos de idade – não rolou uma grande variação de professores. Começamos com a Tia Emília no maternal que sim, está lá até hoje. Todas eram chamadas de tias, apesar de eu nunca entender esse tratamento. Tia Nelly, Tia Pati, Tia Tereza. Eram várias, duas pra cada ano… E todas sempre tinham um tratamento muito legal com a gente, menos na hora de escovar os dentes, que eu sempre era a última e a Luisa primeira. Mas não sei o motivo! (lembrei disso agora). Peculiar também era o cardápio que tínhamos que levar na lancheira, com ovo cozinho, Quick de morango e etc…

Turma da Tia Nely!
No primário as “tias” ainda suportavam serem chamadas de tias. E não tenho muitas lembranças dessa época eu acho. Só da Tia Luiza, que me deu uma medalha de ouro de “Belo Caderno” (e a Luisa também ganhou… e isso não significa que estou com inveja dela). E antes que ela conte, vou falar que fui até a coordenadora, a Tia Vera, pra ela fazer as pazes ds minhas amigas, já que minhas fichas estavam esgotadas.Ah, lembrei do episódio do parque aquático, que meu maiô rasgou e a tia Irene me ajudou. (BELA AMIGA HEIN, LUISA?) hahahaha…

Eterna tia Emilia, e a vergonha da Luisa!
No ginásio, a gente podia usar uniforme cinza, que era muito descolado na época. As tias agora eram professores e tinha um pra cada matéria. Albino, Rosiris, Juca…vários. Cada um com as suas maluquices – tipo o Albino que dava nomes de Peixotinho e seiláoque pros esqueletos do laboratório! Mas era uma fase diferente, que rolava uma expectativa: a partir da 5ª série, Dona Rosa seria minha professora de Educação Física!
E foi bem tranquilo pelo visto, tirando a parte de eu não poder chamar ela de mãe no meio da aula e dela sempre roubar pro time contrário que eu jogava. Sempre! Fora que eu tinha que ser um exemplo, e geralmente não estava tão a fim…

As queridinhas de sempre e a Bruna sempre largada
Colegial, mais descolado ainda, poderíamos ir com as roupas que quiséssemos, os professores mudavam um pouco mais, com o Cesinha, Nelson, Dona Rosa, Cris (maluca de física, que tomou um rola na escada e eu roubei a prova dela nesse meio tempo), Wagnão, o maluco de história que eu não suportava e um ícone, o Charles, que tinha o dom de tirar com qualquer um; e confesso, sofri na mão dele! hahahaha…

Alunos sempre dedicados (é, eu era a loira)
Eu e a Thais tivemos praticamente os mesmos professores no Cursinho da Praça, tinham 3 pra cada matéria. Coisa tranquila! O Beto era o caos, adorava entrar na sala e já mandar todo mundo da minha turma pra praça jogar truco (ou Counter na Axtion – hahahaha e dar o calote na Ana). Mas tinha os que gostavam da gente, o Giovanni, Yuji. Eles sabiam que a gente causava, mas também faziamos muito também. Ótimos professores no Anglo!

A gente obedecia e saia...
Na faculdade também, um ícone: José de Sá, e descrevo a rotina dos oito semestres que tivemos com ele: “entra na sala, coloca material na mesa, escreve a lousa inteira, vira pra classe, dá boa noite com aquela cara de ’sorriso da Monalisa’, faz chamada, explica a matéria pra três que prestam atenção, dá boa noite e sai da sala com sua malina”. Foi isso os 4 anos e aposto meu mindinho que continua a mesma coisa! Teve o Tarquini, Mr. Bruna Surfisitinha, Paulo Ramos, Meg, Julio… tantos mesmo.
Já fui professora da minha prima, minha tia já foi minha professora particular, assim como meu primo. Enfim… feliz dia pra todos os professores e o especial pra MINHA professora preferida, a de Educação Física do Jean Piaget! (hohohoho)!

Essa é minha prófi favurita!