Julho 3, 2009

Oxi, tô indo!

Para os três leitores do meu querido blog (é, o número caiu hahaha), eles devem saber que vou passar uma semana fora de São Paulo. Até agora falta a empolgação da viagem, arrumar a mala e tal. O embarque é neste sábado, quase na hora que o céu tá amanhecendo. Outro fator que nada me anima…

Estou indo pra Bahia, passar uma temporada comendo acarajé, brincando no Elevador Lacerda, subindo o Pelourinho e cantando com Ivetinha pelas ruas passar uma semana na Chapada Diamantina, fazendo uma matéria especial pro meu trabalho. Na ealidade vou viajar primeiro pra depois fazer o especial.

Me arrumaram um roteiro de gente maluca, pelo qual verei minha bagagem apenas 3 dias. Ou seja, pobre coluna que levará tudo na “mochila de ataque” durante os trekkings pelo Parque Nacional que eu farei.

Tipo, se jogar vôlei me cansa, imagina fazer caminhadas que duram a eternidade horas? E chegar em locais X, com aquecedor solar e com pedido de levar higiêne pessoal biodegradável.

É, Bruna Didario 2009 larga os esportes convencionais e parte para o mundo de aventuras loucuras insanas.

Na volta, se voltar, conto como foi e deixo todos vocês três verem minhas fotos! =) Beijos e não me liguem pq certamente celular não vai pegar por lá.

Julho 3, 2009

Briga ginecológica

Calma, pelo título já dá pra pensar que eu vou contar sobre uma ida ao médico, oque aconteceu e blá. A verdade é que eu vou contar! Só que aconsulta não aconteceu e vou contar o porquê:

Já tive várias desistências da hora marcada com a médica, mesmo pq os dias marcados eusempre tinha compromisso e não poderia ir. Não tenho medo de ginecologista, mas não é uma coisa que vc acorda e pensa “Yupi, vou ter um médico mexendo onde…” bom, deixa pra lá.

Como estou trabalhando da tarde para a noite, consegui uma consulta de manhã, bem na quarta-feira (dia que odeio). Ok, confirmei (e a recepcionista ainda fala: “Vc vem mesmo, né?”). Marcado exatamente para às 10h15.

Exatamente 9h55 estava sentada, ouvindo meu Ipod, que agora conta com uma reformulação geral de músicas, fotos entre outros; assistindo Hoje em Dia e com mais 3 pessoas na minha frente. Ok, já sabia que 10h20 não entraria na salinha gelada, cheia de fotos de bebês.

Tinha prometido que se 11h não fosse atendida, iria embora fazendo escândalo. Exatamente 11h02 eu levantei do sofá, que já havia dormido, e fui em direção à recepção:

_ Olha, minha consulta estava marcada para 45 minutos atrás, eu tenho horário pra ir trabalhar e ele já está esgotando.
_ Mas você é a próxima!
_ Mas a mulher acabou de entrar. Se eu marco um horário, espero ser atendida pelo menos 15 minutos após ele, se a Dra. X não consegue fazer isso, ela acabou de perder a paciente. E me dá meu histórico aqui pq eu venho aqui desde que me conheço por gente.

E fui embo, me sentindo bem melhor. Meu sono já tinha ido pra cucuia e ele se acumulou ao longo dos dias…

Julho 2, 2009

Brilha “muituuu”

Que não foi como esperávamos, isso não precisa nem ser questionado. A ansiedade um, dois dias antes do jogo era muito maior do que quando ocronometro do juiz marcava 34 minutos do primeiro tempo. Tudo aquilo que corinthiano já espera por natureza, das unhas roídas, cabelos arrancados, paredes intactas, móveis inteiros.

Metô reunida, Bruna novamente a única mulher!

Metô reunida, Bruna novamente a única mulher!

Cada um ali tinha sua mandinga, seu jeito de encarar os 90 minutos que faltavam. Os sofás estavam cobertos de bandeiras do Corinthians, a cerveja no congelador. Palco pronto pra encarar os tais 90 minutos como de costume: com frio na barriga, olhos que secam por falta de piscar, mãos geladas. A mesma roupa, as mandingas, o tercinho que sempre vai comigo em todos os jogos (em todos os lugares).

Apito do juiz, “Vai Corinthians”, três palmas e um beijo no terço.

Sentada no braço do sofá da casa do Batata, que pela primeira vez vi o jogo lá e deu sorte, quase infartei nos primeiros lances, na falta de posse de bola do Timão. Pressão do Colorado era forte, mas não tão forte quanto a corrente que vinha de São Paulo, e da galera que esteve pelo Beira Rio (e não é que a Lê foi?). Nossa corrente era bem mais forte, nosso credo era praticamente invencível.

E foi assim, aos 19e aos 28 minutos ainda do primeiro tempo, a vantagem construída no Pacaembu era mais do que concretizada.

RUMO A TRÍPLICE COROA DE 2009!

Tricampeão da Copa do Brasil

RUMO A LIBERTADORES DA AMÉRICA NO ANO DO CENTENÁRIO.

Eternamente, dentro dos nossos corações!

Julho 1, 2009

Motivacional pro CORINTHIANS

Ó quem aparece no minuto 6′53!!! Depois da final do Paulistão, na casa do Lessa! (Espero que ele lembre de levar minha bandeira hj)…

É HOJE, Coringão!

Junho 30, 2009

Sem perder a graça

Bruninha diz:
Olá, gripe suína* de medalha**!
Bruninha diz:
um milagre, vc na foto [do msn]  fazendo pose…
Bruninha diz:
e sorrindo!
Bruninha diz:
Deus, o mundo vai cair!

E assim fiz um amigo ficar offline sem falar comigo (sem perder a piadinha interna)!

* ele teve suspeita não confirmada de gripe suína. Amém!
** ele foi campeão recentemente. Sorte a dele, mesmo.

7minutos depois, ele me respondeu, ufa!

Junho 30, 2009

Preparação para a loucura

(voltando a nossa programação mais legal)

Trabalhar durante a tarde/noite me obriga a ter que fazer certas coisas durante a manhã. Ir no banco, médico e fazer uma das coisas que <ironia>mais adoro na vida</ironia>: ir ao shopping. O bom disso é que eu já tinha ido no site da loja, já sabia o que ia comprar e quanto iria gastar.

Acordo naquele bom humor pra começar o dia de caçar roupas e equipamentos para esporte de aventura. Primeira loja no Central Plaza Shopping, entro na loja, ninguém me atende (eu façocara de má pra ninguém atender mesmo pq não tenho toda aquela paciência). Não achei nada e fui perguntar. O cara tava no mesmo humor que eu e não souber falar onde eu poderia encontrar o que eu precisava.

Mas vamos a lista do que precisava: um tênis para trekking, um cantil, uma legging, camisetas, flece.

Bem humorada, liguei no SAC da loja e achei um shopping próximo para tentar achar o que eu precisava, pra começar a arrumar minha mochila pra embarcar sábado. Logicamente, com um shopping de 4 andares, a loja seria no último.

Comecei a catança das coisas e fui para o provador. Abafado! E já estava atrasada para almoçar e vir trabalhar. Metade do que eu experimentei não ficou legal, o que já me fez economizar bastante, mas tive que trazer o tênis (que é bacaninha) e a legging.

Correndo tipo “Esqueçeram de mim” no meio do shopping, cumprimos a tarefa com sucesso. Apesar de que ainda só falta a mochila pra colocar tudo dentro! Só!

Junho 29, 2009

Musicalidade inspiradora

…..

“te abraço e sinto coisas que eu não sei dizer,  só sinto com você”

…..

Achei, era essa!

Junho 29, 2009

Poder do salto alto

Corte de cabelo, vestido novo, uma maquiagem impecável, unhas bem feitas, depilação, corpo hidratado, elogios no trabalho, andar confidente, vento no cabelo. Tantas formas de massagear o próprio ego que me torno consumista e egoísta mesmo. Vale a pena!

Elogios: é como usar um salto alto finíssimo sem perder o equilíbrio. Mesmo pq andar de salto alto requer toda uma prática e não é pra todas. Não que eu tenha a prática, mas sei. E odeio usar salto, admito. Mas existe quem não sabe andar neles, e acham que sabem.

Mas voltando aos elogios…Aparentemente, e pelo que percebi, eles vêm em certos momentos.Geralmente, para mim, nos que eu estou anti-social com a vida, que qualquer resposta é uma resposta. Mas não, vieram agora em bons momentos, propícios. Mas que não me fazem acreditar profundamente, não?

Aliás, eu nunca fui de acreditar em elogiso, tanto é que eu nunca soube lidar muito bem com eles, mas acho que estou aprendendo. Acho! Mas é, eles são bons e tem horas que dá até calafrios de se jogar neles de cabeça.

Junho 29, 2009

Voz da experiência

Sabia é a pessoa que, por conta da experiência, sabe tranquilizar alguém. Isso é sabedoria, é ter segurança do futuro e da paciência de acalmar quem precisa. Sábias palavras que, apesar do significado de todas juntas já serem conhecidas na teoria, a prática é diferente.

Receita simples: “cautela, paciência, saco” completavam a conversa. Assim como o poeta cantava que ‘canja de galinha não faz mal a ninguém’. O reforço da idéia é sempre bem vindo, apesar da insegurança que esse reforço trás.

A pior parte é essa, a tal da insegurança que palavras tão reconfortantes podem trazer. Da vontade de correr atrás e pagar para ver. Mas justamente aí que a sabedoria se difere, tranquiliza e contradiz: a receita simples tem que ser levada a risca, se não, desanda!

Taí o meu problema com a sabedoria!

Junho 26, 2009

Uma vida

Nem imaginava como aquelas escadarias, ou o caminho da quadra coberta poderiam trazer ótimas recordações. Até mesmo aquele lugar, ao lado da ex-sala de judô, na quadra de areia, me lembraria cada detalhe de como foi quebrar o braço e passar por uma cirurgia.

Ter a companhia nessa viagem do tempo das pessoas que fizeram parte desse tempo por 16, 1 ou 4 anos também ajudaram para que cada lembrança tornasse a gente mais vivo:

- seja pelas brigas que nos metemos
- pela guerra de comida no segundo colegial
- pelos jogos que a gente fazia questão de acompanhar no intervalo (ou até mesmo de jogar, no meu caso)
- dos jargões dos professores
- das apostas por apenas 1 real (com o Vespa)

Foram muitas coisas que voltaram na nossa cabeça e acabamos relembrando já formados na faculdade (ou quase lá), construindo uma nova vida, trabalhando. As coisas mudaram demais…

… e só hoje a gente percebeu que realmente os anos de Piaget, e repito, 16, 10, 5, 3 anos para alguns foi a melhor época vivida. Sem as obrigações que envolvem dinheiro, futuro. Era pura e simples diversão de amizades que duram até hoje.

Algumas com muito contato, trocas de emails, comentários aqui no blog, por orkut, msn. Outros que sumiram pela vida, estão fora do país. Mas quando a gente pisa naquele chão na Via Anchieta, é comose o tempo jamais passasse.

Em 2002

Em 2002

Junho 24, 2009

Pára-raio

(ignorando a reforma ortográfica)

Realmente eu sou um pára-raio de confusão. Muita confusão. Tem um lugar que há uma briga? Eu to do lado. Acontece uma discussão? Quem tá por perto… Era assim na escola, foi assim em algumas baladas, no Juca, na rua, na chuva, na fazenda, no jogo de futebol, em casa com a Dona Rosa e como se não bastasse, no encontro com um amigo.

Já era pra lá de meia noite e o encontro no Burger King pra trocar uma idéia era a melhor opção entre os bares paulistanos e o fucking trânsito na Vila Olímpia/ Itaim e adjacentes. Antes disso, encontro no posto para definir as diretrizes com um monte de patinadores andando no meio dos carros (e me deu saudade de patinar, o meu tá encostado lá…).

Esperei alguns minutos após quase ser barrada para fazer um bafômetro básico e ainda assim corria o risco de ser pega e sai com um singelo sorriso para o policial. Cheguei e, enquanto faava ao celular, ouvi algumas provocações de uma mesa com três meio bêbados para um casal e seus amigos.

Clima apartado pelos seguranças…

…mentira!

Treta da feia, com muito soco e pontapé do meu lado, lógico. Uma anta que estava sentada com o namorado nem sem importou e enquanto engolia uma batata, acabou sendo esmagada por um cara. O namorado se irritou e entrou na briga e eu, boa samaritana, fui ajudar a semi-engasgada.

Do nada, algum X pula do segundo andar e entra na briga também! Cinco minutos depois estava debatendo meus assuntos regada a batata frita…

Junho 23, 2009

Agora, de verdade…

Bruna Nua e Crua volume 1.

Era isso.

Junho 22, 2009

O poder de uma avenida

Avenida Paulista, sexta-feira, 1h42.

Não passava de 40 quilômetros por hora porque realmente curtir a Avenida Paulista na madrugada é a coisa mais animal que tem no “trânsito” paulistano. Eu, 40 quilômetros? Algo bem errado mesmo. E o que me faz fazer isso é minha cabeça cheia.

As faixas no chão nunca foram tão reparadas e nem mesmo o frio que estava não me impediu de dirigir com o braço do lado de fora do carro cantando uma música que tava no repeat. Mas os prédios nem eram os mesmos, o ar era diferente e as luzes…

A Erdinger ainda fazia efeito (e que bela Erdinger) enquanto os 40 km/h não eram ultrapassados. 3M, Parque Trianon, Masp, AntenaCásper, Casa das Rosas, Itaú Cultural. Ai acabou a parte cultural da qual eu sempre sonhei em trabalhar. Onde tinha o McCafé, uma livraria animal na esquina com a Brigadeiro, que obviamente estaria fechada.

Mas queria que tivesse uma vaga na Paulista pra estacionar o carro e ficar olhando. Que nem o Loiro, que vivia parado na rua, com seus ternos “exuberantes” e seus carros que passavam longe de ser os possantes atuais.

Paraíso – Consolação. Saindo da consolação dos sentimentos que secavam as lágrimas de qualquer coisa que passava na cabeça rumo ao paraíso das coisas que vão acontecer…

Esse foi o desejo da Avenida, eu juro!

Junho 18, 2009

Instintos

Dia de frio na barriga, de um vazio intenso que não tá cabendo. A semana foi estranha, os dias passados acabaram de uma forma tragicômica. Voltei a não ter mais aquela paz de espírito, como se fosse um eterno incômodo. Sem fim!

Sinto que algo grande vai acontecer e que talvez não seja tão benéfico.Só tô divagando… enfim!

A arte de viver é simplesmente a arte de conviver … simplesmente, disse eu? Mas como é difícil!”

Junho 18, 2009

Calcanhar de Aquiles?

Descobri um ponto fraco meu: pessoas intrigantes. Não me façam conversar com pessoas intrigantes pq podem acontecer duas coisas: ou eu bater nela ou eu me apaixonar! Achei um intrigante que me deu vontade de bater, mas não muito pq se machucasse ia ter pena. Não valeria a pena machucar! Ah, um primorzinho…

Eu odeio que me deixem intrigada com alguém, pode ser sobre qualquer coisa. Mas foi uma conversa e olhasres perdidos no meio do nada. Algum papo sem pé nem cabeça ao pé do ouvido por conta do drum and bass que tocava pesado. Mas que raios eu estava fazendo no meio daquele barulho.

Nem tinha tanto barulho assim, vai. Era agradável. Mas saber meu nome? Como assim? Ah, coisa de doido….que ele confirmou que não era, apesar de todos acharem.

Intrigante, vc fez minha festa feliz! E intrigante demais para me aguentar

Junho 16, 2009

Seis anos

Na sexta passada, em Santa Rita (MG), eu tive que dar o tchau mais dolorido que eu pensei que daria. Mais dolorido até de quando eu tomei a decisão de largar o vôlei de verdade. Doeu mais que qualquer despedida de amigo, de fim de namoro, de adeus e não estou exagerando. Queria eu estar…

Se ficar contando histórias aqui, o post ficará enorme. Mas não tenho palavras para agradecer tanto carinho e tanto crescimento que eu tive em seis anos. Desde que coloquei pela primeira vez a camisa da Metodista e fui jogar o Juca com a derrota mais dolorosa que já tive, diante de todos. Mas que a revanche estaria próxima.

Em 2004

Em 2004

E estava mesmo. Rolaram umas revoluções malucas e chegamos a mais um Juca, prontas para ganhar e encontrar o Mack de volta na final. E eu quase não fiz isso, fui parar no hospital com crise alérgica. Mas jogaria aquela final de qualquer jeito. E confesso: a cada jogo eu chorava. Não sei explicar, mas provavelmente é de nervoso, de descarrego de responsabilidades. Choramos todas juntas e quando a ficha caiu que éramos as campeãs do Juca, aí sim chorei mesmo, no meio do jogo. É indescritível e uma sensação que eu queria passar adiante…

Final de 2005

Final de 2005

Éramos o time a ser batido. Mas com algumas mudanças. A 13 de 2006 era eu, pq a 13 de verdade, a Má, tinha ido morar nos Estados Unidos e depois disso abandonou o vôlei. Chegamos à mais uma final com favoritismo total. Mas ninguém esperava que a ECA venceria, que a Jana torceria o joelho de uma forma terrível e que eu saísse da quadra com os dois joelhos travados, carregada! Medalha de prata com sabor amargo…

2006 em Registro

2006 em Registro

Aí já tinha que estar preparada pra 2007, encarar a Cásper, despedida de muitas de nós que começamos juntas em 2004 (Annalú, Thais, Mari, eu). Era o último e o título não veio de novo. É um Juca que eu me envergonha por minhas atitudes dentro de quadra, que não me fizeram bem e que tive peito de pedir desculpas. E chorei muito por saber que no ano seguinte tudo seria muito diferente, que o ciclo tava chegando ao fim e que o ano como presidente da Atlética tinha realmente me consumido e me feito crescer demais! Era o ano das novas que, em 2008 e 2009 teriam muito a aprender…

No Juca mais cansativo!

No Juca mais cansativo!

2008 eu estava lá, como ex-aluna, no Juca de Guaratingueta. Era o palco do único título e a cada olhar naquela quadra, era uma lembrança, uma lágrima. Foi um Juca fora do comum, que tantas coisas boas aconteceram. No tapetão, o Mack de novo no primeiro jogo. Perdemos e de novo chorei, mas tinha que fazer o meu papel de conseolar aquelas meninas a estarem prontas para o ano seguinte.

2008 a semi-despedida!

2008 a semi-despedida!

E este ano era a despedida, com local marcado. A data era indefinida, poderia ser quinta, sexta o sábado. Mas tava marcado pra sexta, quase 13. O jogo não foi dos melhores, meu saque não entrou, meu levantamento foi quase bom em todo jogo. Mas não poderia fazer muito mais pelo meu time. Só dar broncas, incentivar, dar pilha e parar de fazer xixi na calça (ahahahahahaha). Mas preparar pra 2010, a intenção era essa.

No fim quis agradecer a torcida, a bateria (por ter atendido meu pedido, valeu Adrianooo), e a uma pessoa que eu tinha feito a promessa dos seis Jucas: Lessa! Abracei ele e chorei pela nossa despedida. Não consegui sair do ginásio e nem tirar a camisa do time até as luzes apagarem. Falar e agradecer em meio a lágrimas… foi duro demais. Mas o ciclo estava completo.

Obrigada a todas as meninas que desde de 2004 estiveram comigo, Rizzo e João, meus técnicos. Obrigada por tudo mesmo, por eu ser essa pessoa que eu sou. E não vou abandonar vcs jamais, podem estar certos disso!

Minha orgulhosa despedida de 2009

Minha orgulhosa despedida de 2009

Obrigada também Lessa, pela nossa promessa de 2004 cumprida com exito, pelo abraço do fim do jogo; pelos sorrisos do Adriano durante o jogo e pela homenagem da bateria na rua do ginásio. As palavras mais sinceras que uma ex-atleta pode escutar estão gravadas pra sempre no coração. VALEU!

Junho 4, 2009

Dúvida cruel

Reescrever ou não, eis a questã!

Ontem um amigo me ligou falando que estava com uma dúvida, se devia ir em tal lugar acompanhado de uma pessoa ou simplesmente ir sozinho. Pensei e respondi: “se vc está na dúvida, não dê chance ao azar, vá sozinho”! – Ele foi acompanhado…

Agora eu tô na dúvida e tô tentandoseguir a mesma linha de raciocínio, “se há a dúvida, insista nela”. Mas á abri uma votação e por enquanto está empatado em 1 a 1, entre refazer ou deixar do jeito que tá. Um não quis opinar e adecisão é minha!

Putamerdaviu!

Junho 4, 2009

O Tuviste e eu

[explicando: Tuviste é a forma carinhosa que eu e mais alguns resolvemos chamar o Twitter]

Não sei porque cargas d’água resolvi ser uma tuitera, na verdade esses gadgets que aparecem me interessam e em pouquíssimos eu sigo fiel. Com o blog, por exemplo, já acabei com uns cinco.  Aí apareceu o suposto microblog de 140 caracteres – só que eu sempre escrevo muito mais que 140 caracteres.

A verdade é que hoje escrevo lá com bem menos de 140 caracteres, a não ser quando preciso dar gargalhadas, que exagero. No mais, serviços públicos e principalmente desabafos momentaneos, sempre bem vindos quando não é possível fazer para alguém em qualquer lugar, ou mesmo no espelho do banheiro gritando um vaitomarnocu de boca cheia!

Lá tem mais Bruna, igual aqui no Porta Treco. Com idéias idiotas, mirabolantes, resolvendo problemas, batendo papo, conversando com amigos virtuais e até narrando jogos, como rolou uma vez com a Leonor! Até mesmo as frases de paciência zero que rolaram esses dias.

Então, se quer rir da minha cara, lá também é uma opção boa. Ou se quer me acompanhar em alguma peça, lá eu falo qual vou. Ou flertes, briguinhas, alfinetadas e chororôs! Mas é bom estar lá também para acompanhar dicas, melhorar network, e ter idéias idiotas junto com um povo maluco.

Mas também divido a idéia com um tuitero: é como se fosse umpapo de mesa de bar. Escuta quem quer, fala quem quer e todo mundo acha que todos acompanham a linha de raciocínio. Dó de quem tenta acompanhar a minha!

Junho 2, 2009

Vamos lá

Eu tenho um desejo. Um não, vários… alguns passaram da validade de quando eu quis, como por exemplo ter minha casinha própria aos 25 anos ou ter viajado boa parte do mundo depois de terminada a faculdade, assim como uma pós.  Tá, a dos 25 anos ainda tenho um ano, mas a previsão ainda não é das melhores pra isso acontecer.

Mas eu tenho vários desejos que eu corro atrás ainda, sem deixar os outros para trás. Mas acabei ficando mais exigente com o que eu quero… afinal, se vc deseja pouco, vc terá menos ainda.

Na realidade, acho que tô escrevendo isso pra deixar claro que abro mão de algumas coisas para crescer. Abri mão de continuar sendo jogadora (de verdade) pra estudar e não parei de jogar até hoje; abri mão de trabalhar a 5 minutos de casa a pé para trabalhar a mais de 30 quilômetros de casa.

E tudo isso pelo simples fato de que abrir mão de alguma coisa não me fez nada infeliz e nem vivi muita coisa do que eu gostaria. Mas ainda tenho tempo pra isso e não to me preocupando muito. Só me arriscando mesmo que eu vejo que as coisas valem mais a pena que um simples querer…

Sei lá, tô preocupada/chateada com algumas coisas, é isso! Post sem noção!

Junho 2, 2009

Frase do dia

“Puta frio do capeta… mas se eu falar isso vai ser um tanto quanto contraditório”

Frase minha, falando isso mentalmente de frente pra o espelho lavando as mãos.