Abril 24, 2008...4:45 am

Saúde pública e felicidade

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Sou adepta a todo tipo de higiene possível no ser humano. Toda mesmo… repudio até mesmo quem vai pro JUCA e não toma banho os 4 dias – apesar do estado precário que se encontram os sanitários daquele lugar – mesmo pq é possível fazer alguma coisa, até mesmo pagar 3 contos por uma ducha quente na vizinha.

Enfim, hoje o dia é pra não fazer e nem escrever coisas clichês e eis o grande desafio. Eu não escrevo mesmo! Mas a quantidade de assuntos que me vem na mente agora, 1 e meia da matina, é  tão absurda que eu não consegui me organizar. E nem vai sair um daqueles textos engraçados e recheados de ironia…

Mas eu estava falando de saúde pública né? Higiene e coisas do gênero. Mal hálito sai de perto de mim que me irrita e eu fico acanhada de oferecer um Trident. Apesar de sempre oferecer e ocasionalmente pegar um pra mim… Cecê então, pai do céu. Experiência própria, da tristeza dos transportes públicos nos horários de pico, do Morumbi até a Faria Lima sob a axila das pessoas.

Ai tem peidos e arrotos. Normal… coisas que acontecem com naturalidade. Mas a maior mancada do mundo é soltar aquele arrotinho e soprar na cara o cheiro de geladeira recheada; ou soltar um fedegoso num quarto fechado e ter a cara de pau de falar que não foi o responsável, já que se criou no ar uma seta apontando o culpado.

Mas dos odores, o menos pior é o chulé. Chulé tem quem quer, concordam? Ou não? Bom, eu não tenho (vou desmentir ainda) e olha que eu sou uma semi-sedentária, que ainda jogo meu vôlei e futsal nos finais de semana. É desagradável ter chulé em certas ocasiões. Mas enfim, cada um que cuide bem do seu pé!

Mas, no Brasil, chulé é também uma pessoa que fica incomodando ou perseguindo a outra. Ou não!

No meu vocabulário estranho, chulé é uma pessoa querida; assim como pereba. E no caso, eu tenho chulé. Só um, no pé ambidestro! hahahahaha… O chulé apareceu na minha vida por um descuido, um ato falho de estar no lugar na hora errada e no lugar errado. Atacou mas eu consegui me livrar, mas ficou uma mágoa, uma mancha negra na minha meia que precisava ser resolvida. Daí, o velho ditado “vc dá a mão, pega o braço”… Fiquei com chulé.

E tá aí, até agora. Estou atrás de tratamentos, médicos especializados pq impreguinou. Às vezes o cheiro melhora e dá até saudades do odor constante. A batalha continua, mas agora eu acostumei com o cheirinhoo…hahahahahah

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