Tirando a parte de sermos recebida na Av. Perimetral com um policial a cada 100 metros com fuzil em punhos, bom, nada de perigo; isso umas 5 da manhã. Mas nada mais turístico que tomar um chopp na orla de Copacabana, subir no bondinho e conhecer o Pão de Açúcar. Odeio turismo
Fomos direto tomar um chopp… na Lapa, a Vila Madalena do Rio com menos carros e nomes de ruas mais normais. Tinha feirinha também, mas com a diferença dos bares lotados e, em um deles, uma banda tocando do lado de fora. Um luxo, de verdade! Aí mais um chopp e o retorno pra alongar e se preparar pra colocar as canelas pra sambar…
A moda é gafieira, adivinha onde fomos pra celebrar o aniversário do querido Botana? Clube dos Democráticos foi o destino depois de rodar a Lapa toda de tamanco no pé (a caminhada que os meninos cuidaram da gente como irmãs). Confesso que até deu vontade de dançar, mas preferi ver o casal de velhinhos que detonaram.
Até aí, nada perigoso, nem voltar andando na rua às 3 e meia da manhã. Nada de bala perdida, assalto e nem nada. Explico o receio: no primeiro dia, a cabeleireira botou um terrorismo na Camilla, falando para não andarmos com bolsas, máquinas, celulares. Me senti, de fato, no filme Turistas, correndo o risco de perder meus órgãos numa cabana num morro. Nada que não estivéssemos acostumadas em SP! Ah, e se a Lei Seca aqui não funciona, lá funciona sempre…e quase fui presa e carteira de motorista apreendida. Mas minha cara de menina de 17 anos confundiu a mente do mocinho.
Dia seguinte, caminhar em Copacabana. Mas antes disso, estacionamos o carro e o cara na rua pediu pra deixar o freio de mão abaixado e quando voltamos, o carro ainda estava lá. Em SP, certeza que alguém levaria empurrado; principalmente flanelinha em dia de jogo perto do Pacaembu!
Andamos pelo calçadão, sem ser interrompida em nenhum momento; só pra ver algumas bizarrices, decidir se tomariamos chopp, milkshake ou nenhuma das alternativas anteriores. Sem crise! Rumo ao Cristo, nos perdemos (quem não tem senso de direção, o Rio de Janeiro não é o lugar maaaaaais indicado) e passamos ao lado da Marques de Sapucaí e logo em seguida? Favela! Tudo normal, sem crise…
Na subida pro Corcovado, e que subida, um caos, porém tudo organizado pelos queridos “guias” – assim chamados no Rio, mais conhecidos como cambistas. Os clichês básicos de deitar no chão pra fazer uma foto ou subir no parapeito e tirar foto com braços abertos, bom, substituímos com poses de “Cristo Rocks”. Vergonha alheia total (e se vc é turista que faz isso, PARE JÁ! Aliás, duas novas seções no blog em breve).
No mais, viagem tranqüila, sem nada do terrorismo feito, mas logicamente fomos precavidas e somos mulheres ágeis e espertas, que poderíamos derrubar facilmente com golpes de karatê. E pago a língua em dizer que o Rio de Janeiro continua lindo, mesmo.
(mais tarde coloco as fotos!)



Eu gosto tb!!!
e que bom q vc aproveitou a viagem!
bjs
Não é perigoso porque você passou pouco tempo aqui. Não teve tempo de ver tudo. rsrs
Não é perigoso, moro no Rio desde quando nasci, faz 25 anos e nunca fui assaltada.