Sobre

Leonina de 1985; aniversariante de um mês de férias; corintihiana apostólica romana; esportista por paixão, jornalista de papel. Ansiosa e apreensiva a ponto de sentir dores fortes no estômago, tremer e ficar intensa; ex-planejadora do futuro atual pensadora do hoje (mas ainda planejo meu futuro e esse aqui vaiser uma parte dele). A grande verdade: não tenho segredos. Quem me conhece sabe exatamente o que se passa pela cabeça cheia de coisas malucas. Caraminholas! Ao perfeito estilo complicada e não-perfeitinha… Basta saber como olhar nos olhos para ler todos os pensamentos!

Sou fã: de festas à fantasia, de chocolate, de rímel, de lingerie bonita, tesoura no cabelo, de esmaltes, de Trakinas, batata frita, de cozinhar qualquer coisa, de amigos fazendo comida pra mim, de controle remoto, livros curtos, DVDs de musicais. Escrevo quando me dá vontade – o que se dá a entender que é praticamente sempre; já tive outros blogs antes desse (e quero mantê-lo por anos e anos a fio), tenho mania de tirar cutículas, de fazer a sombrancelha. Amo dirigir de madrugada e em estradas, de ficar brincando com o vento batendo no braço, canto achando que eu tenho a voz da Elis. E se tivesse que ressucitar uma personalidade para ver um show, seria ela!

Adoro o Ludov, o Jota Quest, o Nando Reis, o Cazuza, o Chico Buarque, dos Jorges… todos eles; me viciei em baixar músicas pra alimentar meu Ipod que toca no rádio do meu carro, deixando de lado o antigo radinho de pilha da minha vó que me acompanhava. Tenho CDs de funk gravados por amigos, ainda tenho meus discos de vinil da Xuxa, Jaspion, Carrossel, ‘Cantando com a tia’; fora as fitas cassete com o top 100 da Jovem Pan no fim do ano. Guardo grande parte dos meus brinquedos, das minhas bonecas – e o meu favorito era o Renato -, ganhei o War 2 e até hoje nunca abri pra jogar porque eu acho insuportável; já perdi o meu Imagem e Ação pra um amigo que mora na Alemanha.

Tenho ótimas recordações do meu avô e do meu tio-avô, que sempre foram meus pais. Aprendi que família mesmo é aquela que a gente convive. Idolatro minha mãe e avó. Não tenho muitos primos, mas o que eu tenho de monte que eu chamo de primo nem da família são! Nunca tive contato com a família do meu pai; tenho uma madrinha que, se eu me jogar, se joga junto…. fora que ela é mega perfumada.

Sou filha única, não sou mimada e sempre me virei pra ter o que eu tenho hoje (e não é muita coisa, mas já tá valendo). Sempre passei minhas tardes na casa da minha amiga, brincado de trilha dentro do cesto de balão do pai dela e teatrinho. Já tive o cabelo black power e mechas loiras. Parei de roer unhas e agora cuido muito bem delas. Sempre fui a mais alta da classe até a 4ª série, parei de crescer desde então. Antes parecia com o meu pai e agora pareço irmã mais nova da minha mãe…

Já tive meu amor platônico de 3 anos no colégio, namorei duas vezes na vida pq uma delas eu não conto. Tomei alguns porres para tentar esquecer algum ser humano e até hoje sinto arrepio ao ver uma tequila; já mergulhei de cabeça e poderia me tornar capitã brasileira do salto ornamental, mesmo que essa modalidade não precise mesmo de um comandante; me frustrei com pessoas e elas com certeza, já se frustraram comigo. Tentei ‘fazer’ o Mr. Right na minha mente, mas ele pode ser de verdade, sem ser ‘feito’, ele simplesmente aparece.

Tem dias que acordo sem saber onde eu estou, após voltar de uma festa; me canso das minhas atitudes impensadas. Na realidade não me canso, mas quando vou ver se é bom ou não, já fiz e aí me arrependo (ou não). Ajo por impulso e acabo repensando que não é o que sempre fiz.

Ainda estou me descobrindo, descubra também!

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